24.11.09
Manhê, eu tô no Terra TV
23.11.09
Personas, versão sulmatogrossense
22.11.09
Nunca, nunca deixe de acreditar na mágica

21.11.09
As pessoas do caminho
A chica, a coca e o Lapo

Bolívia cá estamos
20.11.09
23.10.09
Tá tudo assim queimando em mim
Ago/2009 - Terminal rodoviário do Tietê/São Paulo - SP Autoproclamada 2ª maior rodoviária do mundo
Queridos dois leitores
A partir de hoje esse bloguinho entra em recesso temporário (não que ele já não tenha entrado em recesso várias vezes sem aviso). Eu sei, eu sei. Vocês vão sentir a minha falta, vai ser muito difícil conviver sem os posts tri semanais aqui do Palimpsesto, mas é preciso.
Estou com o estômago que é um nó só e um vôo marcado pra daqui a pouco rumo a Bolívia, as eleições e quem sabe ao meu futuro como uma grande correspondente internacional. Assim que eu tiver notícias mais concretas (o que pode ser semana que vem ou em dezembro) aviso. Quero fazer um blog, essas coisas internéticas, mas vai depender da conexão.
Por hora, torçam por mim. Bastante.
Hasta,
Paula
21.10.09
Terminei
Agora posso ir pra Pasárgada em paz.
E terminei no mesmo dia que acabei de ler a Carmem do Ruy Castro. Ano passo, quando tive o prazer de entrevistá-lo com duas colegas ele disse que escrever o livro salvou a vida dele, que na época sofria de câncer. Também salvou a minha, ao menos a sanidade mental que quando ameaçava entrar se mantinha longe do vermelho graças as aventuras da pequena notável.
Rumando contra a solitária vanguarda de nós mesmos
Esse ano flertei com o movimento estudantil, de comunicação e diversas outras formas coletivas de organização que me deram esperança e apontaram caminhos. Não caminhos fáceis, muito pelo contrário. Mas esse é um papo que não tenho gás pra explorar aqui, ao menos não enquanto não terminar a joça da mono.
Isso tudo, só pra introduzir esse poema do Thiago de Mello que acordou na minha cabeça essa manhã. Ele me dói tanto e é assim, tão bonito, explicando a parte que esse post prefere deixar pra uma mesa de bar por aí.
Para os que virão
Como sei pouco, e sou pouco,
faço o pouco que me cabe
me dando inteiro.
Sabendo que não vou ver
o homem que quero ser.
Já sofri o suficiente
para não enganar a ninguém:
principalmente aos que sofrem
na própria vida, a garra
da opressão, e nem sabem.
Não tenho o sol escondido
no meu bolso de palavras.
Sou simplesmente um homem
para quem já a primeira
e desolada pessoa
do singular - foi deixando,
devagar, sofridamente
de ser, para transformar-se
- muito mais sofridamente -
na primeira e profunda pessoa
do plural.
Não importa que doa: é tempo
de avançar de mão dada
com quem vai no mesmo rumo,
mesmo que longe ainda esteja
de aprender a conjugar
o verbo amar.
É tempo sobretudo
de deixar de ser apenas
a solitária vanguarda
de nós mesmos.
Se trata de ir ao encontro.
( Dura no peito, arde a límpida
verdade dos nossos erros. )
Se trata de abrir o rumo.
Os que virão, serão povo,
e saber serão, lutando.
20.10.09
Só lembrando
Sou fã. Há tempos
Grande Ale lá dos Estrangeiros. Além da poesia ser linda, o vídeo é finalista da Fliporto. Todo mundo de dedinhos cruzados.
Borá votar!
Macarronada de gala em 15 minutos
First, já que tempo é monografia e a fome é uma mãe cruel, coloque a água pra ferver na panela com um cadinho de sal e corra pro mercado.
A lista de compras é simples, e fica mais simples ainda se você for um ser prevenido e mantiver comida em casa:
- 1 pacote/lata de molho de tomate tradicional;
- macarrão de acordo com a fome (aqui em casa só se faz de pacote inteiro, porque se não são os habitues do ap que aparecem pra janta alguém bate na porta. E bem, é macarrão. Quanto mais, melhor);
- 1 colher de requeijão light;
- meia ricota
- óregano e ou pimenta e ou manjericão e ou o que tiver a mão que cozinha universitária é cozinha de guerra (na falta de tudo, já manda o molho temperado);
Volta do mercado e coloca o macarrão na água, que conforme a distância do bolicho já deve estar fervendo. Em outra panela, mistura o molho com o requeijão. Assim que o dito cujo tiver derretido, coloca a ricota esmigalhada (é pegar com a mãozinha e ir descontado toda a raiva da ABNT acumulada até ela virar farelos) e o tempero existente no recinto. Como a ricota é salgada, não precisa de sal.
Pronto! O molho tá no ponto assim que a massa estiver. É só escorrer o macarrão, colocar o molho por cima e ta ta ta. Manja che te fa benne! Não exige prática nem tão pouco habilidade.
* Antes que vocês comecem a achar que eu sou um gênio da cozinha (o que (cof) eu sou), achei essa receita semana passada lá no blog Alimentação sem mitos. Entrou pros favoritos (o blog e o macarrão).
Modernidade II
19.10.09
Modernidade
– Ah, não sei minha filha. Por que tu não procura na internet?
18.10.09
Experiência científica
Nos vemos pela madrugada.
17.10.09
Caio F.
16.10.09
15.10.09
Bem vinda ao resto da sua vida
o caminho, e nada mais;
caminhante, não há caminho,
faz-se caminho ao andar.
Ao andar faz-se o caminho,
e ao olhar-se para trás
vê-se a senda que jamais
se há-de voltar a pisar.
Caminhante, não há caminho,
somente sulcos no mar.
António Machado
Ironia
14.10.09
Somos todos palestinos

Imagem pintada no "Muro da vergonha", que divide os territórios palestinos de Israel. Com 350 km de extensão planejados- contra 155 km do muro de Berlim - e oito metro de altura em alguns pontos, a barreira, condenada pela Corte Internacional de Justiça e pela ONU, segue em construção.
"A única fonte de otimismo, a meu ver, continua sendo a coragem dos palestinos para resistir. Foi por causa da Intifada e porque os palestinos se recusaram a capitular diante dos israelenses que chegamos à mesa de negociação — e não apesar de tudo isso, como alguns insistem em dizer. O povo palestino vai continuar se opondo aos assentamentos ilegais, ao exército de ocupação, aos esforços políticos para pôr um ponto final em sua aspiração legítima de ter um Estado. A sociedade palestina vai subsistir, apesar de todos os esforços que têm sido feitos para sufocá-la."
Edward Said
Sabedoria pauliana
Afora isso, google.books é o que há.
Sigo monografando como se não houvesse amanhã, e, se tudo der certo, semana que vem não haverá mais monografia.
12.10.09
9.10.09
Desgovernos do sul
"Quando o CPERS protesta em frente, a casa da #Yeda é particular. Quando é para mobiliar, é imóvel funcional."
Ouié.
Ahh, e o impeachment também foi pro saco. Falta só o plenário confirmar a cara dura da comissão. Afinal, o que significam os os 97 mil votos do julgamento popular da Yeda? Foram só 94%, 86.948 pessoas que a consideram culpada. Como lembra o Weissheimer, ao citar o blog da desgovernadora (“O melhor modo de reduzir e evitar a corrupção, é dar eficiência e transparência aos gastos feitos através de dinheiro público). Yeda debocha dos gaúchos.
8.10.09
7.10.09
The World Factbook
6.10.09
Bertold Brecht
2.10.09
1.10.09
Google scholar
Palestina ocupada
Normam G. Finkelstein, Imagem e realidade do conflito Israel-Palestina
30.9.09
Blog da Yeda
Ainda prefiro @yedacrusius.
29.9.09
Monografia time 3 1/2
* Nunca limpei um banheiro tão bem na vida. Uma hora esfregando o chão pode parecer maçante, mas causa menos culpra que uma hora de bobeira na internet.
Aos estudantes e curiosos em geral
'Sorria, você é um jovem monolito e a vida vai ser pedrada'
Monumento a um monolito

Idiota, Iberê Camargo
"Aos completar trinta anos, você ganhará os olhos duros dos sobreviventes. Só verá sua amada na parte da manhã e da noite, só encontrará seus pais de vinte em vinte dias. E quando seus velhos morrerem, você ganhará um dia de folga para soluçar e gritar que deveria ter ficado mais próximo deles. Sorria, você é um jovem monolito e a vida vai ser pedrada. O trabalho é uma grande cadeia e você sentirá muito alívio por ter uma. A cadeia engrandece o homem. E o sangue do dinheiro tem poder. Reze. Reze ajoelhado por uma carreira, dê a sua vida por ela. Viva como todo mundo vive, você não é melhor que ninguém. Porque o dinheiro move montanhas, o dinheiro é a igreja que lhe dará o céu. Sorria, você é um jovem monolito e o mundo é uma pedreira. Eles irão moer você todinho. De brinde, muitos domingos para chorar sua falta de tempo ou operar uma tendinite. Nas terríveis noites de domingo, beba. Beba para conseguir dormir e abraçar mais uma monstruosa segunda-feira. Aquela segunda-feira que deixa cacetes moles e xoxotas secas para sempre. A vida é uma grande seca, mas ninguém sente calor: Nas salas refrigeradas, seus colegas de trabalho fabricam informação e, frios, sonham com o dia dez do próximo mês. Você é o Babaca do Dia Dez, não há como mudar o seu próprio destino. Babaca que acorda assustado, porque ninguém deve atrasar mais de vinte e cinco minutos. Eles descontam em folha e você é refém da folha, do salário, do medo. Ninguém tem o direito de ser feliz, mas você ganhará a sua esmola de seis feriados por ano. E todos nós vamos enfrentar, juntos, um imenso engarrafamento até a praia. Para fingir que ainda estamos vivos. Para mostrar que ainda somos capazes de sentir prazer. Para tomar um porre de caipirinha sentado em uma cadeirinha de praia. É uma grande solução. E você ainda ganhará quinze dias de férias para consertar a persiana, pagar contas, fazer uma bateria de exames. Ninguém quer morrer do coração, ninguém quer viver de coração. Eu não duvido da sua capacidade de vencer: Lembre disso no primeiro divórcio, no primeiro infarto, no primeiro AVC."
28.9.09
25.9.09
Rápidas
*
Campanha eleitoral bombando nas páginas da Folha. Domingo foi dia de sabatinar a ministra Dilma Roussef, ontem publicaram a pesquisa do Ibope que dava maioria pro Serra e criaram um animosidade entre o Ciro Gomes e o governo. Hoje já vem o Ciro dizendo que a Dilma tem chance, pertinho de uma matéria em que ela aparece alfinetando o Serra. Acho que no fim quem vai ficar de boi de piranha vai ser a Marina Silva, disputada pela direita e pelo centro petista.
*“Cada vez más ciudadanos toman conciencia de esos nuevos peligros y se muestran muy sensibles respecto de las manipulaciones mediáticas, convencidos de que en nuestras sociedades hipermediatizadas, vivimos paradójicamente en estado de inseguridad informativa. La información prolifera, pero sin ninguna garantía de fiabilidad. Asistimos al triunfo del periodismo de especulación y de espectáculo, en detrimento del periodismo de información. La puesta en escena (el embalaje) predomina sobre la verificación de los hechos. Hubert Beuve-Méry, recordaba siempre: "Los hechos son sagrados, la opinión es libre"."
Ignacio Ramonet, Medios de comunicación en crisis, Le monde, janeiro de 2005
24.9.09
Guisado engana carnívoros
Morando com vegetarianos há um bom tempinho ainda não encontrei motivos fortes o suficientes pra dizer adeus de vez aos bifes - apesar deles não me fazerem muita falta-, mas como o que não mata, engorda, acabei aprendendo uma série de receitas vegans pacas e mega gostosas. Se a gente pensar bem, arroz, feijão, ovo e batata frita é um prato vegetariano!
Voltando a receita, estava eu a cata de algo para comer no meu belo armário universitário - nessa época do mês, principalmente, lembra um pouco os filmes de faroeste (só falta passarem aquelas bolas de grama rolando), quando encontrei um saquinho esquecido de proteína de soja desidratada. Sim, soja! O bom da proteína é que ela pode passar meses guardada que não estraga e basta um pouquinho de água pra ter uma janta. Olhei pra proteína, ela olhou pra mim e com mais um restinho de geladeira deu pra fazer uma refeição caprichada.
Usted vai precisar de:
Uns dois ou três punhados de proteína de soja (tem a graúda e a pequeninha, nesse caso usei a menor que lembra bem guisado);
Tudo que você tiver de legumes na geladeira (eu fui de cenoura, pimentão, tomate e milho. No caso de um mundo sem tomate, molho pronto resolve o problema (com muito menos classe, off course);
1 cebola média;
sal e temperos;
Pra começar, coloca a proteína de soja em um pote e cobre de água. É melhor fazer isso um tempo antes, pra ela fica bem cheinha, mas se não der 15 minutos resolvem. Enquanto a proteína vai desidratando tu pica a cenoura, o tomate, o pimentão e a cebola. Pega uma panela ou uma frigideira - eu uso a frigi, mas tem que ser grandona pra caber toda a comida -, manda ver um fio de óleo e coloca a cebola pra fritar. Quando a cebola estiver soltando aquele cheiro bom, acrescente os legumes. A ordem depende do gosto. Por exemplo, eu ponho o pimentão bem no começo, que daí ele amolece e perde aquele gostão de pimentão que faz a gente arrotar, e a cenoura pra pro fim, pra ficar firme. Tempera isso do jeito que der - sal, pimenta, manjericão, orégano - e espera refogar. Tem um tempero chamado tahime, que basicamente é molho de gergelim, que é O tempeiro nas casas vegetarianas. Se tiver, uma colher de sopa rasa dá pro gasto. Quando a coisa tiver bonita, coloca a proteína de soja previamente escorrida pra não virar sopa de proteína ao invés de guisado. É só mexer bem, deixar refogar mais um pouco, colocar o milho e voalá: guisado de soja com legumes. Saudável no último.
Como a fome foi mais rápida que a máquina fotográfica, vocês vão ter que imaginar a belezura do prato. Aqui em casa a galera se divide entre comedores de carne inveterados e vegetarianos e simpatizantes. Até os carnívoros lamberam os beiços.
Pra acompanhar, também dá uma olhada no estoque. Batatas cozidas ou arroz integral são as melhores pedidas.
Guten Appetit!
Mudaram as diretrizes do curso de jornalismo
Ô, mãe. Eu quero ter quinze anos.
As novas diretrizes completas, acá.
A opinião presidente da comissão, professor José Marques de Melo, acá.
Esse trechinho nem é o melhor do texto, apenas uma questã de momento histórico.
"O trabalho de Conclusão de Curso (TCC) deve ser entendido como um componente curricular obrigatório, a ser desenvolvido individualmente, realizado sob a supervisão docente e avaliado por uma banca examinadora formada por docentes e também por jornalistas profissionais convidados. Deve envolver a concepção, o planejamento e a execução de um Projeto Experimental constituído por um trabalho prático de cunho jornalístico, acompanhado necessariamente por relatório, memorial ou monografia que realize uma reflexão crítica sobre sua execução, de forma a reunir e consolidar a experiência do aluno com os diversos conteúdos estudados durante o curso."
* Muito obrigada a comunicativista Ana Lúcia pelos links.
23.9.09
Padrão de ocultamento
Meu momento preferido aconteceu quando eu disse que jornalistas têm de ter lado, e que o lado dos jornalistas têm de ser o lado dos que mais sofrem. Se me mandassem cobrir o tráfico de escravos no século 18, eu jamais daria destaque, no que escrevesse, à opinião do capitão do navio mercador de escravos. Se me mandassem cobrir a libertação num campo de concentração nazista, eu não entrevistaria o porta-voz da SS. Nesse ponto, um jornalista do Jewish Telegraph em Praga “argumentou” que “o exército israelense não é Hitler”. Claro que não. Eu não disse que é. Aqueles jornalistas, sim, é que temem que seja.
Por onde ando, sempre as mesmas velhas idéias sobre o Oriente médio, Robert Fisk, tradução de Caia Fittipaldi
22.9.09
Monografia times
21.9.09
Caçadora de citações
Ricardo Kotscho
"Eu vi a Rita Lee lambendo o microfone. Passei anos da minha vida com vontade de fazer isso e com medo de ser eletrocutada." Elis Regina
Milan Kundera, A Insustentável Leveza do Ser
"O SUPEREGO é solúvel em álcool."
cartaz de uma festa da psicologia
André Gide
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma."
Marina Colasanti
Sabia futura jornalista fodona
"... o que nos define não é o resultado de nossas eventuais inspirações, mas sim o acumúlo de nossas banalidades."
algum revista semanal da vida
Caio Fernando Abreu
"Estava bêbado, já não sabia vestir o dominó que não tinha tirado.
Deitei fora a máscara e dormi no vestiário
Como um cão tolerado pela gerência
Por ser inofensivo
E vou escrever esta história para provar que sou sublime."
Fernando Pessoa, Tabacaria
Riobaldo do Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas
"O Sertão é sem fim; o Sertão está em toda parte; o Sertão tá dentro da gente".
Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas
Preguiça, Era do gelo 2
20.9.09
La revolución de los blogs/ Por que blogar?
No mar de autores que tenho lido, um me chamou atenção por definir o blog como um meio e não como gênero. Para Jose Luis Orihuela é indiferente definir se um blog é jornalístico, literário ou o diabo a quatro, a sacada é perceber as apropriações que as pessoas estão fazendo dele. E aí que tá a revolução!
Qualquer um, sem a necessidade de dominar conhecimentos de html ou qualquer outra tranqueira internética pode produzir e publicar conteúdo; esse conteúdo, por sua vez, entra numa roda de construção coletiva sendo ampliada a partir dos comentários e hiperlinks. Tudo isso xunto e reunido cria uma rede de conversação e difusão de informação, que se contrapõe a mídia tradicional e a obriga a se repensar e olhar para o público não mais como mero receptor mas parte integrante do processo.
Very, very cool.
Oká, de volta aos artigos.
P.S. O Orihuela também defende que os blogs só tem a força que tem porque as pessoas escrevem, basicamente, porque "ten la gana", o que me deixou curiosa. Aos amigos que tem blogs, o que levou vocês ao primeiro post?
Eu comecei o falecido Nada de muito interessante (o nome era um chiste com a Super interessante e ao mesmo tempo uma forma de baixar as expectativas de quem entrasse lá e me deixar mais desenibida de escrever) lá pelos idos de 2003, acho. Foi logo depois de ler um artigo na Veja (taquem as pedras) sobre o fenônemo das páginas pessoais. Lembro até que um dos exemplos de blog era o site de uma guria chamada Cecília que publica poesias sobre um fundo rosinha, algo impensável de ser citado numa revista como exemplo de blog hoje em dia. Enfim, eu comecei porque parecia legal.
E vocês?
Agora sim, de volta aos artigos. Afinal, é só um belo domingo de sol LÁ FORA.



